NA ABERTURA DA EXPOSIÇÃO POSTUMA DE

ABEL SALAZAR


JÚLIO POMAR


Não admira, pois, que a obra plástica de Abel Salazar não tenha achado bitola que a julgue, isto é: que ela tenha aparecido aos olhos da generalidade dos que em Portugal dizem fazer arte como uma mensagem estranha à qual não servem os clichés que é de uso trazer no bolso, prontos a aplicar a qualquer um. A verdade é que não se perdoou ainda a Abel Salazar o ter pintado ou martelado cobres; a verdade é que, em nome sei lá de que purismos esteticistas, se excomungaram e se excomungam ainda as revelações violentas que Abel Salazar nos deixou.

Opúsculo raro, da autoria do pintor Júlio Pomar, apenas reeditado em 1989. 15 páginas. 12 x 19 cm. Porto: Fundação Abel Salazar, 1948.

Preço: 20 euros.



A PERSONALIDADE ARTÍSTICA DE

ABEL SALAZAR


ADRIANO DE GUSMÃO


Ilustrado com duas reproduções, extra-texto, de uma gravura e de um desenho de Abel Salazar. 28+(2) páginas. 12 x 19 cm. Porto: Fundação Abel Salazar, 1948.

Preço: 15 euros.



A CATEDRAL DE VISEU


A. DE LUCENA E VALE


Trabalho elaborado para o Ciclo das Conferências Culturais do 8.º centenário da reintegração da Diocese de Viseu. Proferido pelo autor dentro da própria Sé, no dia 31 de Dezembro de 1944. Acrescentado com um estudo de pormenor sobre a Capela do Calvário, nos claustros. 58 páginas (por abrir) + 23 fotografias extra-texto. 17 x 22 cm. Bom estado de conservação. Separata da revista Beira Alta, Viseu, 1945, parcialmente reproduzida aqui.

Preço: 15 euros.