ORIGENS DO BAIRRO ALTO DE LISBOA

Verdadeira Notícia por


MARIO SAA


Opúsculo de 15 páginas, bem documentado. Transcreve no final «uma das 24 escripturas que o auctor deste opúsculo possúe àcêrca dos primeiros aforamentos no Bairro-Alto», datada de 1526, e provavelmente conservada aqui. Bom estado. Invulgar. 18,5 x 26,3 cm. Lisboa: Solução Editora, 1929.

Preço: 30 euros.


Pohl: JEM

[02Fev17]


JEM

A CONSTRUÇÃO DE UMA UTOPIA


FREDERIK POHL


Jem is a novel dealing with three of the great themes of SF: first contact with intelligent alien species, planetary disaster, and future politics – the political ideal of utopia for one thing, but also the Machiavellian politics of power-blocs, balance of power, “brinkmanship,” and imperialism. [Richard D. Erlich]

Capa de José Eduardo Rocha. Título original: JEM. The Making of a Utopia. Tradução de Maria de Lurdes Medeiros. 315 páginas. 15 x 21 cm. Excelente estado de conservação. Encadernação editorial em tela azul, com sobrecapa. Lisboa: Gradiva, 1986.

Preço: 15 euros.



LIMITES
PINTURAS RECENTES
NÃO-PINTURA
NO PRINCÍPIO ERA O VERBO


JOÃO VIEIRA


LIMITES. Catálogo ilustrado da exposição na Galeria Valbom, em Lisboa, em 2000. Texto de Bernardo Pinto de Almeida. Exemplar assinado pelo pintor com dedicatória. Com 72 páginas e 22,5 x 28,5 cm. Bom estado. Lisboa: Galeria Valbom, 2000.
Preço: 30 euros.

PINTURAS RECENTES. Catálogo ilustrado da exposição na Galeria Valbom, em Lisboa, em 2002. Textos do autor, de Raquel Henriques da Silva, Helder Macedo e João Fernandes. Exemplar assinado pelo pintor com dedicatória. Com 40 páginas e 22,5 x 28,5 cm. Bom estado. Lisboa: Galeria Valbom, 2002.
Preço: 30 euros.

NÃO-PINTURA. Catálogo ilustrado da exposição na Casa da Cerca — Centro de Arte Contemporânea, em Almada, integrada no Festival de Teatro de Almada 2008. Com textos de Emília Ferreira (“Olho Vivo e Mão Ligeira”), e Joaquim Benite. Com 55 páginas, e 21 x 27,5 cm. Bom estado. Almada: Casa da Cerca, 2008.
Preço: 12 euros.

NO PRINCÍPIO ERA O VERBO. Catálogo ilustrado da exposição por ocasião da 1.ª Bienal Internacional de Artes Plásticas e IX edição do Prémio Vespeira, organização da Câmara Municipal do Montijo, em 2008. Textos de Jaime Silva, João Vieira e Paulo Simões Rodrigues. Tiragem de 500 exemplares. 40 páginas. 21 x 27 cm. Capa com recorte. Montijo: Galeria Municipal, 2008.
Preço: 15 euros.



CARTEIRA DO ARTISTA


SOUZA BASTOS


Apontamentos para a Historia do Theatro Portuguez e Brazileiro acompanhados de notícias sobre os Principaes artistas, escritores dramaticos e compositores estrangeiros.

Jornalista e “homem do teatro” — empresário, director teatral, encenador e ensaiador, dramaturgo e dramatógrafo —, António de Sousa Bastos (1844-1911), marido da actriz Palmira Bastos, compilou esta grande e pequena história do teatro português seu contemporâneo, o do final do século XIX, com espaço para muito mais do que actores, dramaturgos e salas de teatro.

Os índices alfabéticos listam: actores portuguezes e brazileiros; actrizes portuguezas e brazileiras; aderecistas; architectos, auctores de figurinos e decoradores; artistas dramáticos estrangeiros; benemeritos do theatro; cabelleireiros de theatro; cantores portuguezes; companhias diversas; contraregras; curiosidades theatraes; decretos, portarias, tratados e outros documentos referentes ao theatro; diversos empregados de theatro; dramas, comedias, tragedias, operas-comicas, revistas e peças phantasticas notaveis pelo seu merecimento ou pelo sucesso que obtiveram; emprezarios theatraes; ensaiadores portuguezes e brazileiros; escriptores, dramaticos e criticos theatraes, portuguezes e brazileiros; escriptores dramaticos estrangeiros; guarda-roupas; machinistas; musicos estrangeiros; musicos portuguezes e brazileiros; operas e dansas; pontos; scenographos; theatros estrangeiros; e theatros portuguezes e brazileiros.

Esta espécie de enciclopédia caótica do teatro, repleta de pequenas gravuras, está inicialmente organizada cronológicamente, por dias e meses do ano: nascimentos de determinado actor, estreia de uma dada peça, abertura de uma nova sala, etc.
Este calendário ocupa um pouco mais de metade do livro, bem organizada. Mas a partir da página 475, a sucessão de apêndices, acrescentos, correções, adendas, novas informações, rectificações, ampliações e eventos sem data torna a pesquisa de informação uma curiosa aventura proto-hipertextual para a qual o índice de 30 páginas supra-citado é a peça chave.

Primeira edição. Lisboa: Antiga Casa Bertrand — José Bastos, Editor, 1899. Com 868 páginas, e 18,5 x 26 cm. Encadernação com lombada em pele. Aparado. Conserva a capa de brochura anterior, uma litografia de Raphael Bordallo Pinheiro. Pequenas e inócuas marcas de bicho do papel em algumas páginas. Assinatura de posse no rosto. Bom estado.

Digitalizado e disponível online aqui.

Preço: 115 euros.