O CONHECIMENTO DA DOR


CARLO EMILIO GADDA


Título original: La Cognizione del Dolore. Tradução de Ernesto Sampaio e Nunes Martinho. Capa de Rocha de Sousa.

Brochado. 279,(5) páginas. 18,5 x 13 cm. Capas com manchas leves. Miolo limpo. Bom estado geral. Série Literária, n.º 78. Lisboa: Editora Ulisseia, 1966.

Preço: 12 euros.


 


ASPECTOS DA POLÍTICA CRIMINAL
EM ALGUNS PAÍSES DA EUROPA


JOSÉ GUARDADO LOPES


Assinado pelo autor, à época Director-Geral dos Serviços Prisionais, com dedicatória ao arquitecto Alberto Pessoa.

Países europeus analisados: Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Holanda, Itália, Noruega, Suécia e Suíça.

269+(1) páginas, e 23,5 x 17,7 cm. Capas e lombada com algumas manchas. Miolo limpo. Exemplar interessante. Separata do Boletim do Ministério da Justiça, n.ºs 56 e 57, Lisboa, 1956.

Preço: 20 euros.


 


A ENEIDA

DE PÚBLIO VIRGÍLIO MARÃO


NICOLAU FIRMINO


Versão portuguesa, em prosa, e notas de Nicolau Firmino. Exemplar assinado pelo autor com dedicatória. 5.ª edição. Ilustrada a preto, no texto. 379,(5) páginas. 21 x 14,5 cm. Cartonagem editorial. Tiragem numerada e com chancela. Bom estado geral. Colecção Floresta Latina. Porto: Livraria Simões Lopes, 1955.

Preço: 20 euros.


 


O PAPA NO DECIMO NONO SECULO


J. MAZZINI

Triumviro da República Romana

Giuseppe Mazzini (1805-1872), escritor, jornalista, activista, político e ex-carbonário, é uma das figuras principais do chamado Risorgimento, movimento que na segunda metade do século XIX pugnou pela unificação dos vários estados italianos num único país com um governo central, secular e republicano. Várias vezes exilado por motivos políticos, na Suíça, em França e em Inglaterra, participou na fundação de uma Segunda República Romana (1849), insubmissa ao poder papal, onde desempenhou funções no triunvirato governativo. O projecto falhou, seguindo-se novo exílio para o autor, que publica o libelo anti-papal O Papa no Décimo Nono Século, a tradução portuguesa editada no mesmo ano da edição original.

Com 64 páginas e 16 x 11 cm. Capas com manchas, falhas de papel, lombada praticamente inexistente e uma minúscula assinatura de posse («205 – Joaquim  Martins»), a aparo, que se repete no topo da primeira página do texto (mesma caligrafia e tinta, variante «Joaquim da Costa»). Miolo no geral limpo. Última página com falta de metade inferior, rasgada, já após o final do texto. Bruxelas: na Imprensa de V. Wouters, 1850.

Preço: 25 euros.



 


A VIDA DE DANTE


MICHELE BARBI


Traduzida e apresentada por António Fiorillo, com uma introdução de A. Chiari e uma selecção e tradução de textos breves de Jacinto Manuppella e Erilde Realí.

Colecção dirigida por Vítor Silva Tavares. Orientação gráfica de Espiga Pinto. Brochado, com sobrecapa. 192 páginas. 18 x 10 cm. Bom estado. Colecção Poesia e Ensaio n.º 5, Lisboa: Editora Ulisseia, 1965.

Preço: 18 euros.



O FOGO E O VINHO DE GALILEU


AGOSTINHO DOS REIS MONTEIRO


Ensaio bio-bibliográfico sobre Galileu Galilei: «o sujeito epistémico, que, após longa e vagabunda gestação, Descartes deu metafisicamente à luz, refulge, incarnado e incriminado, perante os funestos inquisidores, na mortificada e resplandescente figura de Galileu». Inclui tábua cronológica dos séculos XVI e XVII.

Brochado. 154 páginas. 18 x 12 cm. Bom estado. Colecção Movimento n.º 32. Lisboa: Livros Horizonte, 1983.

Preço: 12 euros.


 


CARTAS DE LISBOA
1822


JOSÉ PECCHIO


Nascido em 1785, em Milão, José Pecchio vive numa época de profundos conflitos, numa Europa marcada por guerras e revoluções. Paladino da Liberdade, está solidário com todos os povos que por ela lutam – espanhóis, portugueses, gregos…
Nestas Cartas, escritas durante o seu curto exílio em Portugal, surge a Lisboa do primeiro quartel do século XIX: arcaica nos seus costumes, inculta na ausência de manifestações artisticas, pobre nos mendigos que a enxameiam, suja na imundície das suas ruas…
Descrição realista, num estilo aliciante a que não falta a ironia, mas que não humilha nem descamba na fatuidade. Pelo contrário, destas Cartas irradia sempre uma simpatia humana pelo povo que foi capaz de fazer uma Revolução para dar a Liberdade à sua Pátria. [da contracapa]

Introdução e notas de Manuela Lobo da Costa Simões. Tradução de Manuel José Trindade Loureiro. Brochado. 102+(2) páginas. 21 x 14 cm. Bom exemplar. Colecção Cidade de Lisboa, n.º 11. Lisboa: Livros Horizonte, 1990.

Preço: 15 euros.


 


O BURRO DE OURO


LUCIUS APULEIUS


Título original: Asinus Aureus. Sátira, escrita por Apuleio no século II. Introdução do Prof. Eudoro de Sousa, nas pp. 11-31, dedicada a José de Almada Negreiros. Tradução de Francisco António de Campos, datada de 1847. Brochado. 240 páginas. 18 x 11 cm. Bom estado. 2.ª edição. Colecção Clássicos de Bolso n.º 6. Lisboa: Editorial Estampa, 1978.

Preço: 14 euros.



ECHOS DE PARIZ


EÇA DE QUEIROZ


Terceira edição. Ver índice dos assuntos (). Com 227+(3) páginas. 18,5 x 11,5 cm. Encadernação inteira, sintética, sóbria, em bom estado. Miolo aparado. Com capas de brochura. Bom exemplar. Porto: Livraria Chardron, de Lello & Irmão, 1920.

Preço: 15 euros.


 


O ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Um ciclo de conferências consagrado ao Romance contemporâneo, por iniciativa da Sociedade Portuguesa de Escritores, com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian, pronunciadas em Lisboa, Porto e Coimbra, no ano de 1960.

Com ensaios de VITORINO NEMÉSIO («Romance, existência e visão do mundo»), PAULO QUINTELA («O romance alemão contemporâneo»), MARIA DE LOURDES BELCHIOR PONTES («Do romance espanhol contemporâneo»), URBANO TAVARES RODRIGUES («O romance francês contemporâneo»), J. MONTEIRO-GRILLO («O moderno romance inglês»), VIEIRA DE ALMEIDA («Do romance italiano contemporâneo»), JOSÉ PALLA E CARMO («O romance norte-americano contemporâneo») e ANTÓNIO QUADROS («O romance brasileiro actual»).

Brochado. 191+(9) páginas, por abrir. Formato largo: 26 x 19,5 cm. Bom estado geral. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Escritores, 1964.

Preço: 15 euros.


 


LIVRO NEGRO

INSTRUÇÕES SECRETAS PARA A SUBVERSÃO DA SOCIEDADE MODERNA


TITO KOWALSKI


[Pseudónimo não identificado de autor português.] Começando por justificar uma afirmação de Álvaro Cunhal, após encontro com Georges Marchais, de que «o eurocomunismo não se aplica em Portugal», o texto parte para a análise de alguns comunismos europeus (Itália, França, …), antes de uma digressão pela história recente de algumas insurreições armadas, e a sua sustentação teórica em diversos autores, de uma forma não muito clara (vide índice ↑). As instruções são, principalmente, tópicos.

Capa de V.M. 73+(7) páginas. 20,8 x 14,7 cm. Selo e etiqueta destacável, na guarda, da agência de jornais Jornália, nas Caldas da Rainha. Capa com marcas de manuseio, miolo limpo: bom exemplar. Impresso na Tipave, em Aveiro. Queluz: Literal, 1977.

Preço: 17 euros.


 


VENEZA DE VISTA E OUVIDO


LÉLIA COELHO FROTA


Exemplar n.º 84 de uma tiragem única de 100, numerados e assinados pela autora, fora de mercado, para oferta a amigos. Edição bilingue, com tradução italiana de Luciana Stegagno Picchio. Prefácio de Alexandre Eulálio. Vinhetas de Maria Leontina. Projecto gráfico de Cecília Jucá de Holanda. 46 páginas. Papel superior. 16 x 12 cm. Capa com sinais de manuseio, miolo limpo. Rio de Janeiro, 1986.

Acabado de imprimir a 11 de Julho de 1986, data do 48.º aniversário de Lélia Coelho Frota. Autografado (e emendado) pela autora com dedicatória à poetisa e tradutora Maria da Saudade Cortesão, esposa do poeta Murillo Mendes.

Lélia Coelho Frota, historiadora de arte e especialista em cultura popular brasileira, foi curadora da representação brasileira nas Bienais de Veneza de 1978 e 1988, a primeira das quais corresponde à data em que este conjunto de poemas foi escrito.

Preço: 40 euros.


 

ver também:
  • Antologia de poemas por António Miranda, aqui.
  • O exemplar n.º 21 de Veneza de Vista e Ouvido foi oferecido ao escritor brasileiro Lázaro Barreto (aqui).