O POVO DE ALCOCHETE

APONTAMENTOS HISTÓRICOS SOBRE A TERRA E O PESSOAL

JOSÉ ESTEVAM


Brochado. XXII,151,(3) páginas. 18,4 x 12 cm. Miolo limpo e com a maioria das páginas por abrir. Capa frontal e lombada com várias marcas superficiais de Lepisma Saccharina, e capa posterior com pequenas manchas. Composto e impresso nas Oficinas Gráficas da Penitenciária de Lisboa, Edição de Couto Martins, 1950.

Preço: 15 euros.


 


OS PESCADORES


RAUL BRANDÃO


Reportagem sobre a pesca e os pescadores em diversos locais da costa portuguesa, com capítulos sobre Setúbal, Berlengas, Caminha, Costa da Caparica, Foz do Douro, Mira, Nazaré, Olhão, Póvoa do Varzim, Sagres, Sesimbra, entre outros locais e especificidades, como a pesca do atum.

Capa de Manuel Correia. Brochado. 226,(6) páginas. 19 x 11,7 cm. Mínimos sinais de uso exteriores. Miolo limpo. No geral, bom exemplar. Lisboa: Editorial Estúdios Cor, 1973.

Preço: 14 euros.


 


GUIA ITINERÁRIO DO AUTOMOBILISTA


ANTÓNIO LEMOS


Guia centenário, enriquecido com notas de viagem manuscritas e senhas e recortes colados (8 páginas), por antigo possuidor, alguns alusivos a grupos excursionistas da época, em zona própria para «Notas», no início do livro — e após 7 páginas de publicidade (um anúncio por página) a oficinas, peças e automóveis, de marcas ou representantes na cidade do Porto.

Cartonagem editorial com a lombada em tela. (32),271,(1) páginas. 19 x 13 cm. Usado. Sólido. Capa com pequenas manchas. Miolo no geral limpo. Porto: Tipografia Empreza Guedes, 1923.

Invulgar.

Preço: 40 euros.


 


O BRONZE MERIDIONAL PORTUGUÊS


FERNANDO NUNES RIBEIRO


Ilustrado com 36 estampas (desenhos, fotografia), uma das quais desdobrável. Brochado. 33,(5),(LXXII),[1] páginas. 28 x 19 cm. Lombada escurecida por exposição solar. Miolo limpo. Mantém-se bom exemplar. Edição subsidiada pela Junta Distrital de Beja. Impresso na Minerva Comercial, Beja, 1965.

Preço: 40 euros.


 


O VITRAL EM PORTUGAL

SÉCULOS XV-XVI

CARLOS VITORINO DA SILVA BARROS


Com atenção aos vitrais do Mosteiro da Batalha, do Convento de Jesus (Setúbal), da Igreja Matriz de Viana do Alentejo e do Convento de Santa Clara (Vila do Conde), e referências documentais aos Mestres e Artistas que trabalharam em Portugal.

Álbum ilustrado. Cartonagem editorial com sobrecapa. 288-(4) páginas. 32 x 25 cm. Bom estado. Edição sob os auspícios do Comissariado para a XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura do Conselho da Europa «Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento», Lisboa, 1983.

Preço: 50 euros.


 


POESIA DE ANTÓNIO MARIA EUSÉBIO,
O CALAFATE


Organização e prefácio de Arlindo Mota. Notas biográficas de Carlos Dinis Cosme. Guarda e rosto com carimbo de antiga biblioteca. Capa com pequenas manchas. No geral, um bom exemplar. Colecção Rosa Albardeira. Setúbal: SALPA [Associação para a Salvaguarda do Património Cultural e Natural da Região de Setúbal], [s.d.].

Preço: 14 euros.


 


ANTIGUIDADE TARDIA E PALEOCRISTIANISMO
EM PORTUGAL


M. JUSTINO MACIEL


Com prólogos de J.M. Bairrão Oleiro e Theodor Hauschild. Ilustrado com fotografias, desenhos e plantas. 347 páginas. Formato álbum: 29,5 X 21 cm. Capa manuseada, miolo limpo e em bom estado. Lisboa: Edições Colibri, 1996.

Preço: 17 euros.


Trabalho de investigação sobre História da Arte e Arqueologia na área da Antiguidade, em que se apresenta uma nova sistematização dos dados existentes da Antiguidade Tardia em Portugal e seus testemunhos artísticos. Após um levantamento dos refereciais históricos, arqueológicos e literários disponíveis, equaciona-se a interacção que neste contexto existe entre a cidade e o campo, bem como a progressiva abertura a este último e os reflexos que tal dinâmica produz nas manifestações artísticas.
Um estudo dos signos visivelmente conotados com as religiões orientais revela que eles se apresentam numa comunidade de uso de que participam quer a cultura romana quer o crisitianismo. A constatação desta realidade surge como profundamente significante de uma evolução da arte da Antiguidade Tardia numa dinâmica entre a opacidade e a transparência, que vem permitir novas abordagens da escultura, do mosaico e mesmo da arquitectura, da pintura e da decoração de cerâmica. Na sequência desta constatação, efectua-se uma nova leitura dos mais importantes monumentos dos contextos romano tardio, suevo e visigótico, progressivamente conotados com as propostas vivenciais cristãs. No centro desta realidade, quer numa perspectiva sintagmática, quer numa perspectiva paradigmática, estudam-se os monumentos de Tróia de Setúbal, onde a arte romana tardia se revela plenamente como em qualquer outro ponto do Império Romano. Esta investigação desenvolveu-se [ainda com] trabalhos de campo em vários [outros] locais, designadamente em Conímbriga, [e] na Villa Romana do Montinho das Laranjeiras (Algarve).