A SEVÉRA


JÚLIO DANTAS


Teatro. Primeira edição. Peça em 4 actos representada pela primeira vez em Janeiro de 1901, no Teatro Nacional D. Maria II, com Augusto Rosa no papel do Conde de Marialva. Dois anos depois, Dantas publicaria a primeira edição do romance A Severa.
Meia-encadernação sintética, em óptimo estado. Encadernado com ambas as capas de brochura (algo cansadas e com marcas de restauro), e não aparado. Miolo limpo. Assinaturas de posse na capa, na página de ante-rosto e no rosto. 196 páginas. 13 x 21,5 cm. Lisboa: Manuel Gomes Editor, 1901.

Preço: 45 euros.



A SEVERA


JÚLIO DANTAS


Romance. Ilustrações de Maria Vasconcellos. Reproduz o prefácio do editor da 2.ª edição, Avelino S. Vieira. Em 2 volumes [1.º volume: 4.ª edição, 23.º milhar / 2.º volume: 4.ª edição]. Estado óptimo. Colecção Portuguesa n.ºs 24 e 25. 172+205 páginas. 12,2 x 18,8 cm. Porto: Domingos Barreira Editor, [1945].

Preço: 22 euros.


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2.ª REGIÃO MILITAR

LIVRO DE OURO

NOTAS BIOGRÁFICAS DOS GENERAIS COMANDANTES
DA 5.ª DIVISÃO MILITAR, 5.ª DIVISÃO DO EXÉRCITO E 2.ª REGIÃO MILITAR
1901-1954

Álbum brochado (23 x 31 cm) com 80 páginas de textos essencialmente biográficos + uma página extra-texto, com retrato fotográfico e lista de condecorações, para cada um dos generais:

1.º Período, 5.ª Divisão Militar (1901-1911):
General de Brigada Manuel Joaquim da Silva Mata (1901-1902), General Frederico Augusto de Almeida Pinheiro (1902-1905), General José Estanislau Ventura (1906), General José Augusto Nogueira de Sá (1906-1909) e General Joaquim José da Silva Monteiro (1909-1911).

2.º Período, 5.ª Divisão do Exército (1911-1926):
General Diogo Pereira de Sampaio (1911-1913), General João Rodrigues Blanco (1913-1915), General Duarte Ivens (1915), General Bernardo António de Brito e Abreu (1915), General Fernando Tamagnini de Abreu e Silva (1915-1917 e 1918-1919), General António Maria de Matos Cordeiro (1917), General João Evangelista Pinto de Magalhães (1917), General Jaime Leitão de Castro (1917-1918), General Brás Mouzinho de Albuquerque (1919-1921), General José Augusto Simas Machado (1921-1925), General João de Morais Zamith (1925-1926) e General António Teixeira de Aguiar (1926).

3.º Período, 2.ª Região Militar, a partir de 1926:
General José Ernesto de Sampaio (1926), General Jacinto dos Reis Fischer (1927-1929), General António Gomes de Sousa Júnior (1929-1938), General Carlos Maria Pereira dos Santos (1938), General Fernando Augusto Borges Júnior (1938-1939), General José Vítor Franco (1939-1945), General Augusto Martins Nogueira Soares (1945-1949), General Manuel Bernardes de Almeida Topinho (1950-1953) e General Humberto Buceta Martins (1953-1954).

Explica o comandante da 2.ª região militar, na introdução, que o livro resulta de uma sugestão do Ministro da Guerra, o então Tenente-Coronel Fernando dos Santos Costa, em 1948, de que «nos Quartéis Generais, Comandos de Unidades e Sedes de Estabelecimentos Militares, fossem expostos os retratos de antigos Comandantes e Chefes».

Exemplar de uma tiragem (não-numerada) de 300 exemplares, impressa na Tipografia da Gráfica de Coimbra aos 10 de Dezembro de 1954 (na capa e contracapa, bem como no final da introdução, a data simbólica que figura é o 1.º de Dezembro).

Capa com ligeiras marcas de uso, nas orlas, o interior em bom estado; no geral um exemplar bastante satisfatório.

Preço: 60 euros.


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A CERA DAS ABELHAS NO ULTRAMAR PORTUGUÊS

SUGESTÕES PARA A SUA VALORIZAÇÃO COMERCIAL
E INDUSTRIALIZAÇÃO LOCAL

VASCO CORREIA PAIXÃO


Entende o autor, com efeito, não estar bem visto o aspecto tecnológico das ceras de abelhas no Ultramar português e, consequentemente, achar-se mal equacionado o problema que envolve a sua preparação, comércio e industrialização; ao ler os alvitres de quantos se debruçaram já sobre o assunto — com características comuns, aliás, à generalidade das zonas de clima quente, mormente do continente africano — fica-se com a impressão que eles ignoram toda a série de operações incluídas na arte do cerieiro, entendida esta desde a lagaragem das ramas até ao fabrico de obras com a matéria-prima resultante das mesmas.

Ilustrado com fotografias e desenhos, e algumas tabelas desdobráveis. 131 páginas. 16 x 23,5 cm. Lisboa: Edição do Autor, 1965.

Preço: 15 euros.



LA VITA DELL’APE

E L’APICOLTURA RAZIONALE INTENSIVA:

COME SI CONDUCE UN APIARIO AD ALTO RENDIMENTO
(GUIDA PRATICA)

BENIAMIMO CHRISTILLIN


Pequeno livro de bolso, por um reputado membro do Concelho Científico do Museu Internacional de Apicultura. Ilustrado com fotografias e desenhos. 48 páginas. 12 x 17 cm. Capa texturada. Torino: Industriale e Riva, 1931.

Preço: 10 euros.