CALVÁRIOS DA FLANDRES

(1918)


Capitão AUGUSTO CASIMIRO


3.º milhar. Capa de Sousa Lopes. Encadernação moderna, inteira de pele, em óptimo estado. Conserva capa de brochura anterior, visível nas fotografias. Aparado. Assinatura de posse no ante-rosto (grande) e no rosto (pequena). 213-(3) páginas. 12 x 18,5 cm. Bom exemplar. Porto: Renascença Portuguesa, 1920.

Preço: 25 euros.


coop


A COOPERAÇÃO ANGLO-PORTUGUESA
NA GRANDE GUERRA DE 1914-1918


General FERREIRA MARTINS


Publicado em Lisboa pelos Serviços de Informação e Imprensa da Embaixada Britânica, em 1942, em plena II Guerra Mundial, com autoria do ex-Sub-Chefe do Estado-Maior do Corpo Expedicionário Português (CEP), de 1917 a 1918. Visado pela Comissão de Censura.

Capítulos: Portugal não-beligerante (1914-1916); Portugal beligerante (1916-1918); O CEP em França (1917-1918); A Guerra nas Colónias (1914-1918); A Guerra no Mar (1914-1918).

Com 92 páginas. 15,5 x 22,4 cm. Capa com manchas dos agrafos, e dois números garatujados: IX a lápis azul e 12 a lápis vermelho (visível na fotografia). Miolo impecável.

Preço: 18 euros.


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BIBLIOGRAFIA DA GRANDE GUERRA

(RESENHA DAS PUBLICAÇÕES PORTUGUESAS)


Coronel VITORIANO JOSÉ CÉSAR
Vice Almirante VICENTE ALMEIDA D’EÇA


O produto reverte para a Subscrição Nacional dos Padrões, Consagração do Esforço da Nação Portuguesa e Glorificação dos nossos Mortos na Grande Guerra. 

Prefácio (experiente) do Vice Almirante, e notas bibliográficas (enriquecedoras) do Coronel. Com data e local manuscritos na capa («Batalha, 15 de Abril de 1925), sobre pequena assinatura ilegível. 102 páginas. Manuseado. Edição dos Padrões da Grande Guerra, Lisboa, 1923.

Raro.

Preço: 40 euros.



INDÍCIOS DE OIRO


MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO


Propusemo-nos editar os Indícios de Oiro desde que Fernando Pessoa, há anos, nos confiou uma sua cópia. A Fernando Pessoa, depositário dos inéditos de Sá-Carneiro, se devia já a publicação na Contemporânea, na Athena, na Presença, em outras revistas ainda, de vários poemas dos Indícios de Oiro. Além de que já um grupo dêles fôra publicado em vida do Poeta, no N.º 2 do Orpheu. Não se trata, pois, duma colectânea de dispersos: Mas duma obra que só a morte impediu o autor de publicar, e cujo título e ordenação Êle próprio determinou. O poeta suicidou-se a 26 de Abril de 1916. Assim alguns poemas são de poucos meses anteriores à sua morte. O Último Soneto (que não foi o seu último soneto mas só o último soneto dos Indícios de Oiro) é de Dezembro de 1915. Aos Índicios de Oiro julgamos dever juntar Os Últimos Poemas de Mário de Sá-Carneiro. Foram quàsi todos êstes publicados por Fernando Pessoa no N.º 2 da sua revista Athena. Por nos parecer que deverá interessar aos leitores dêste livro, publicamos ainda transcrita do N.º 16 da Presença (Novembro de 1928), uma Tábua bibliográfica relativa ao Poeta. Pôsto haja saído anónimamente na citada fôlha, foi também Fernando Pessoa quem a redigiu

[«Nota dos Editores», na última página do livro]


Primeira edição (póstuma). Exemplar n.º 161 da tiragem de 700 exemplares em papel vergé (tiragem total de 850 exemplares, dos quais 55 fora do mercado). Com 86 páginas, e 19,5 x 26 cm. Capa com manchas, visíveis na fotografia. Lombada escurecida, fendida em dois pontos, mas completa. Exemplar manuseado, mas muito interessante, de uma obra rara, pois possui uma pequena e discreta assinatura de posse do arquitecto Alberto José Pessoa, datada de 1938, na página de ante-rosto. Lisboa: Edições «Presença», 1937.

Preço: 280 euros.