UM QUARTO CHEIO DE ESPELHOS


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE


“…uma recolha de textos acerca da arte. Neste sentido continua o trabalho iniciado em Paisagens com Muitas Figuras (1984). // Uma grande parte foi publicada ao longo de 1983-1985 no jornal A Capital sob o título «Sentir o Olhar». Outros textos fizeram parte de catálogos; outros ainda permaneciam inéditos. Os que referem as obras de António Palolo e de Jorge Molder não figuram neste volume por projectar incluí-los em publicações separadas.” [nota inicial do autor]

Textos sobre: Alberto Carneiro, Alison Wilding, Álvaro Lapa, Amadeo de Souza-Cardoso, Amos Poe, Ana Marchand, Ângelo de Sousa, António Dacosta, Antony Gormley, Arpad Szenes, Eduardo Batarda, Elliot Erwitt, Fassbinder, Frans Widerberg, Gaëtan, Henrique Pousão, Ilda David, João Botelho, João Moniz, João Paulo Feliciano, Joaquim Pimentão, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José Pedro Croft, Josefa d’Óbidos, Leonel Moura, Lidström, Manuel Rosa, Mário Botas, Menez, Nuno Carinhas, Ossip Zadkine, Paul Den Hollander, Paulo Nozolino, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Peter Greenaway, René Bertholo, Robert Mapplethorpe, Rocha Pinto, Rui Sanches e Victor Fontes, e alguns outros assuntos menos individualizados [visíveis nas fotografias do índice].

1.ª edição. Capa sobre guache de Jorge Martins. 182 páginas. 13 x 21 cm. Pequenas marcas de uso, na capa [também visíveis na fotografia]. Colecção Referências. Lisboa: Quetzal, 1987.

Preço: 25 euros, com oferta de:



A FLOR DA ROSA


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE


… um livro em que se reúnem múltiplas descrições. Umas vêm do acidente das coisas quando essas coisas guardam o artifício de uma pequena viagem […]. Outras, sob a forma de pequenas ficções, tecem-se ao redor de pinturas […]. Outras, ainda, estabelecem o artifício da arte ao redor da fotografia […], da imagem fílmica. […] Outros espaços deste livro entram pelo falseado tempo de acidente de uma história. […] Tempo desaparecido são estas descrições. [excertos da nota inicial do autor]

1.ª edição. 184 páginas. 14 x 21 cm. Óptimo exemplar. Lisboa: Relógio d’Água, 2000.