SURREALISMO EM PORTUGAL
1934-1952


María Jesús Ávila
Perfecto E. Cuadrado


Uma das principais obras de referência para o estudo da história do “surrealismo português”, nas suas manifestações pictóricas, escultóricas, literárias e performativas. Edição conjunta do Museu do Chiado e do Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, aquando da exposição com o mesmo título, que passou por ambos os museus e pela Fundação Cupertino de Miranda, em 2001.

Notas introdutórias de José Sasportes, Raquel Henriques da Silva, Pedro Lapa, e outros. Álbum com (20)+456 páginas, e 24 x 30 cm. Encadernação editorial. Em muito bom estado.

Preço: 145 euros.



GUIMARÃES

GUIA DE TURISMO


ALFREDO GUIMARÃES


Excelente guia de Guimarães, publicado por altura do centenário da elevação a cidade. Profusamente ilustrado com fotografias e desenhos, vegetais e desdobráveis. Gravuras de Marques de Abreu. Colaboração fotográfica de Américo Teixeira Lopes, Amílcar Lopes, Armando Teixeira de Faria, Domingos Alves Machado e Marques Abreu, Foto-Cine e Fotografia Alvão.

2ª edição (5º milhar). Brochado. 206+(5) páginas. 12,5 cm x 18,5 cm. Edição em papel couché. Bom estado. Guimarães: Câmara Municipal de Guimarães, 1953.

Preço: 40 euros.



O CÁLICE GÓTICO DO MOSTEIRO DE SÃO TORCATO


ALFREDO GUIMARÃES


N.º 3 da colecção de Estudos do Museu Alberto Sampaio. Colaboração entre a Câmara Municipal de Guimarães, o Instituto para a Alta Cultura e a Junta de Província do Minho. Impresso na Litografia Nacional, Porto. Ilustrado com excelentes fotografias e desenhos. Desenhos de Augusto Gomes e Joaquim Teixeira. Aguarelas de João Jorge Maltieira. Fotografias de António de Sousa Lima e Alvão.

Inclui os estudos:
– O Cálice Gótico do Mosteiro de São Torcato
– A Escultura em Guimarães – Santa Margarida
– Os Novos Frescos de Cerzedelo
– Bordado Artístico do Egipto Cristão
– Duas Obras da Escola de Bolonha

In-fólio de 24,5 x 31,5 cm, estimado, de 74+(10) páginas. Publicado em 1953.

Preço: 35 euros.



REGRESSO AO CORAÇÃO


J. M. PINTO DE ALMEIDA


Alocução proferida, em 6 de Fevereiro de 1955, na sessão solene comemorativa do 86.º aniversário da fundação da Associação Artística Vimaranense. 23 páginas (por abrir). 22,5 x 31 cm. Edição cuidada, da Associação Artística Vimaranense, Guimarães, 1955.

Preço: 15 euros.



UM QUARTO CHEIO DE ESPELHOS


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE


“…uma recolha de textos acerca da arte. Neste sentido continua o trabalho iniciado em Paisagens com Muitas Figuras (1984). // Uma grande parte foi publicada ao longo de 1983-1985 no jornal A Capital sob o título «Sentir o Olhar». Outros textos fizeram parte de catálogos; outros ainda permaneciam inéditos. Os que referem as obras de António Palolo e de Jorge Molder não figuram neste volume por projectar incluí-los em publicações separadas.” [nota inicial do autor]

Textos sobre: Alberto Carneiro, Alison Wilding, Álvaro Lapa, Amadeo de Souza-Cardoso, Amos Poe, Ana Marchand, Ângelo de Sousa, António Dacosta, Antony Gormley, Arpad Szenes, Eduardo Batarda, Elliot Erwitt, Fassbinder, Frans Widerberg, Gaëtan, Henrique Pousão, Ilda David, João Botelho, João Moniz, João Paulo Feliciano, Joaquim Pimentão, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José Pedro Croft, Josefa d’Óbidos, Leonel Moura, Lidström, Manuel Rosa, Mário Botas, Menez, Nuno Carinhas, Ossip Zadkine, Paul Den Hollander, Paulo Nozolino, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Peter Greenaway, René Bertholo, Robert Mapplethorpe, Rocha Pinto, Rui Sanches e Victor Fontes, e alguns outros assuntos menos individualizados [visíveis nas fotografias do índice].

1.ª edição. Capa sobre guache de Jorge Martins. 182 páginas. 13 x 21 cm. Pequenas marcas de uso, na capa [também visíveis na fotografia]. Colecção Referências. Lisboa: Quetzal, 1987.

Preço: 25 euros, com oferta de:



A FLOR DA ROSA


JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE


… um livro em que se reúnem múltiplas descrições. Umas vêm do acidente das coisas quando essas coisas guardam o artifício de uma pequena viagem […]. Outras, sob a forma de pequenas ficções, tecem-se ao redor de pinturas […]. Outras, ainda, estabelecem o artifício da arte ao redor da fotografia […], da imagem fílmica. […] Outros espaços deste livro entram pelo falseado tempo de acidente de uma história. […] Tempo desaparecido são estas descrições. [excertos da nota inicial do autor]

1.ª edição. 184 páginas. 14 x 21 cm. Óptimo exemplar. Lisboa: Relógio d’Água, 2000.



AMADEO

MODIGLIANI  e  SOUZA-CARDOSO


DIOGO DE MACEDO


Por ocasião da Exposição Retrospectiva de Amadeo de Souza-Cardoso, efectuada nas salas do SNI, a revista Panorama sente-se honrada em publicar um original do escultor Diogo de Macedo, cuja doença e morte prematura lhe não permitiram rever e completar.

Episódios das memórias de Diogo de Macedo que, em Paris, nos seus «tempos de estudante», conheceu e privou com Modigliani. Opúsculo ilustrado com um retrato de cada um dos pintores. 40 páginas. 20,5 x 25,5 cm. Bom estado. Lisboa: Edições Panorama, 1959.

Preço: 18 euros.



LEMBRANÇAS DE UM
AMADOR DE ESCULTURA


MANUEL MENDES


Com dois desenhos do Mestre Barata Feyo. Lisboa. Natal de 1955

Tiragem especial numerada (este o n.º 430 de 480). Ilustrado com dois desenhos extra-texto do escultor Barata Feyo. Direcção gráfica de Luís Moita. 44-(6)+4 páginas. 13 x 18 cm. Bom exemplar. Edição do autor, sob o patrocínio do Jornal do Fôro.

Preço: 25 euros.




ANTIGUIDADE TARDIA E PALEOCRISTIANISMO
EM PORTUGAL


M. JUSTINO MACIEL


Trabalho de investigação sobre História da Arte e Arqueologia na área da Antiguidade, em que se apresenta uma nova sistematização dos dados existentes da Antiguidade Tardia em Portugal e seus testemunhos artísticos. Após um levantamento dos refereciais históricos, arqueológicos e literários disponíveis, equaciona-se a interacção que neste contexto existe entre a cidade e o campo, bem como a progressiva abertura a este último e os reflexos que tal dinâmica produz nas manifestações artísticas.
Um estudo dos signos visivelmente conotados com as religiões orientais revela que eles se apresentam numa comunidade de uso de que participam quer a cultura romana quer o crisitianismo. A constatação desta realidade surge como profundamente significante de uma evolução da arte da Antiguidade Tardia numa dinâmica entre a opacidade e a transparência, que vem permitir novas abordagens da escultura, do mosaico e mesmo da arquitectura, da pintura e da decoração de cerâmica. Na sequência desta constatação, efectua-se uma nova leitura dos mais importantes monumentos dos contextos romano tardio, suevo e visigótico, progressivamente conotados com as propostas vivenciais cristãs. No centro desta realidade, quer numa perspectiva sintagmática, quer numa perspectiva paradigmática, estudam-se os monumentos de Tróia de Setúbal, onde a arte romana tardia se revela plenamente como em qualquer outro ponto do Império Romano. Esta investigação desenvolveu-se [ainda com] trabalhos de campo em vários [outros] locais, designadamente em Conímbriga, [e] na Villa Romana do Montinho das Laranjeiras (Algarve).

Com prólogos de J.M. Bairrão Oleiro e Theodor Hauschild. Ilustrado com fotografias, desenhos e plantas. 347 páginas. Formato álbum: 21 x 29,5 cm. Manuseado. Bom exemplar. Lisboa: Edições Colibri, 1996.

Preço: 25 euros.





THE POCKET BOOK OF GREEK ART


THOMAS CRAVEN


Why the Greeks? é a pergunta inicial do livro. Collector’s Edition, inclui 32 ilustrações (ver índice na última fotografia), com excelente impressão. 120 páginas. 11 x 16,3 cm. New York: Pocket Books, 1950.

Preço: 5 euros.