O TRAJO DO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA


VISCONDE DO PORTO DA CRUZ


«Os homens conservam os fatos de serguilha a que adicionaram já o casaco da mesma fazenda, para os dias festivos, o barrete de lã com orelhas ou o chapéu preto redondo e com abas largas. (…) Algumas mulheres dos campos, mais próximos da cidade ou das grandes vilas da Madeira, já usam mantilhas de renda escura para a missa ou para as festas, tendo abandonado os lenços, os chailes e a bota-chã

Opúsculo ilustrado a preto, no texto, e com uma estampa colorida em extra-texto: «florista madeirense com o trajo regional». [2]-15-(1) páginas. 23 x 16 cm. Bom estado. Impresso em Aveiro. Edição do Autor, 1954.

Preço: 17 euros.


 


TROVAS & CANTIGAS DO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA


VISCONDE DO PORTO DA CRUZ


«Não se julgue que é fácil estudar o folkelore do Arquipélago da Madeira. O camponês madeirense, o vilão, é extremamente desconfiado e foge a dar informes sobre o seu modo de viver e muito em especial sobre os originalíssimos costumes que, através dos séculos, avaramente tem conservado. Se é colhido de surpresa e nota que por qualquer forma originou interesse, ou mera curiosidade, procura logo despistar, para se pôr a coberto… É a própria experiência que me autoriza a fazer esta afirmação.»

Opúsculo ilustrado. 29-(5) páginas. 23 x 16 cm. Lombada com imperfeições. Miolo limpo. Impresso em Aveiro. Edição do Autor, 1954.

Preço: 18 euros.