RAUL BRANDÃO


CASTELO BRANCO CHAVES


Assinado pelo autor com dedicatória a Álvaro Salema, datada do mesmo ano da edição.

Nos Cadernos da «Seara Nova», série Estudos Literários, a partir de uma conferência realizada na Universidade Popular Portuguesa na noite de 17 de Maio de 1934. Advertência inicial (2 páginas) de António Sérgio.

Brochado. 32 páginas. 18,7 x 12,5 cm. Capa com mancha leve. Miolo limpo. Bom estado geral. Exemplar invulgar. Lisboa: Seara Nova, 1934.

Preço: 22 euros.


 


VIAGEM EM PORTUGAL

1798-1802


CARL ISRAEL RUDERS


«Não conheço livro escrito por forasteiro acerca do nosso país, onde Portugal e os portugueses sejam observados e descritos com maior objectividade e mais leal propósito de equidade.» [Prefácio, p.7]

Tradução de António Feijó. Prefácio e notas de Castelo Branco Chaves. Capa de António Pedro. Brochado. 406 páginas. 24,5 x 17 cm. Mínimas marcas de uso exteriores. Bom estado geral. Série Portugal e os Estrangeiros. Lisboa: Biblioteca Nacional, 1981.

Preço: 25 euros.


 


O PORTUGAL DE D. JOÃO V VISTO POR TRÊS FORASTEIROS


Tradução, prefácio e notas de Castelo Branco Chaves, que desvenda três curiosas publicações em língua francesa, de difícil acesso, publicadas em Paris, Amsterdão e Milão, descrevendo Lisboa e alguns pontos do País (Cascais, Coimbra, Mondego, Zêzere, Tejo, Serra da Estrela, Elvas, Estremoz, Vendas Novas, Montemor, Aldeia Galega, Mafra, etc.), nas duas décadas anteriores ao Terramoto de 1755.

Brochado. 281-(17) páginas. 24,5 x 16,5 cm. Bom estado geral. Série Portugal e os Estrangeiros. Lisboa: Biblioteca Nacional, 1983.

Preço: 25 euros.


 


SÔBRE EÇA DE QUEIRÓS


CASTELO BRANCO CHAVES


«Quatro notas» que estudam «o temperamento e a posição estética de Eça» e «o mecanismo das influências nesse romancista, documentando-o com dois casos de diferente qualidade e importância».

N.º 23 da colecção Cadernos Culturais Inquérito [n.º 2 da série G, Crítica e História Literária]. 74+(6) páginas. 18,8 x 12,2 cm. Amarelecido. Bom estado geral. Lisboa: Editorial Inquérito, 1939.

Preço: 12 euros.