FÍBULAS RECOLHIDAS NA CABEÇA DE VAIAMONTE (MONFORTE, ALTO ALENTEJO)


MANUEL FARINHA DOS SANTOS


Dedicatória de amizade, manuscrita, do autor, na página de rosto.

Ilustrado com o desenho arqueológico de dezenas de fíbulas (espécie de alfinete de vestuário usado «desde fins do segundo milénio antes da nossa era até à Alta Idade Média») em 26 páginas extra-texto couché.

Brochura. 20,[26] páginas. 26 x 19,5 cm. Lombada e orla das capas amarelecida. Separata dos Anais da Academia Portuguesa de História, II série, volume 22, Lisboa, 1973.

Preço: 17 euros.


 


EXAMES PERICIAES NO CADAVER DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

DR. SIDÓNIO PAES

NO VESTUARIO E NA ARMA AGGRESSORA

ASDRÚBAL D’AGUIAR


Separata dos Archivos do Instituto de Medicina Legal de Lisboa, Série B, volume V. Ilustrado com fotografias e desenhos em XVI estampas couché no final do volume.

Brochado. 64,[XVI] páginas. 26,5 x 20 cm. Assinatura de posse junto à base do ante-rosto. Mínimas imperfeições exteriores. Bom estado geral. Lisboa: Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1921.

Preço: 45 euros.


 


O DESTERRO DAS MANTILHAS


[ANTÓNIO JOAQUIM MESQUITA E MELO]


Anunciada a sua venda ao público nas edições d’O Correio do Porto de 19 e 20 de Dezembro de 1820 embora Inocêncio lhe atribua a data de 1821, ver I-162 e tb. VIII-186 teve por autor, sob pseudónimo, António Joaquim Mesquita e Melo, poeta natural de Avintes que à época teria cerca de 30 anos de idade. A questão das mantilhas, tema do opúsculo, é um problema coevo sobre o qual existem reflexões de Garrett e, mais tarde, também de Camilo (ver aqui).

Título completo: O DESTERRO DAS MANTILHAS : ou Exhortação em que o Poeta Gallego com rasões bem arrasoadas, mostra a necessidade de desterrar um traje, que esconde a formosura e a gentilesa das Mulheres bonitas. Porto: Na Typografia à Praça de S. Thereza, [1820].

Caderno de 8 páginas, cosido. 21,5 x 15,5 cm. Conserva, soltas, as frágeis capas de brochura originais, azuis, não impressas. Capas e miolo com variados vincos e algumas manchas.

Exemplar com assinatura de posse, no topo da primeira e na base da última página, de João Carlos Mascarenhas de Mello, n. 1860, médico-cirurgião, militar condecorado e republicano — como sub-inspector de saúde da 1.ª divisão militar, por exemplo, encontramo-lo de visita ao moderno Pavilhão Vacinogénico de Lisboa, em 1911. Mascarenhas de Melo foi, também, durante 23 anos consecutivos, presidente da assembleia geral do Sport Lisboa e Benfica, entre 1908 e 1931, e não por acaso surge homenageado na primeira página do primeiro número do boletim oficial do clube, em 1927, sendo então o sócio n.º 10.

Muito invulgar.

Preço: 65 euros.