PROIBIÇÃO DA «TIME» NO REGIME FASCISTA


COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O REGIME FASCISTA


Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrado. Brochado. 134,(2),[1] páginas. 20,8 x 14,6 cm. Bom estado. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, 1982.

Preço: 17 euros.



LIVROS PROIBIDOS NO REGIME FASCISTA


COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O REGIME FASCISTA


Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrado. Brochado. 117,(7) páginas. 20,8 x 14,6 cm. Vinco ligeiro na capa, junto à lombada. Bom estado. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, 1981.

Preço: 17 euros.



PRESOS POLÍTICOS NO REGIME FASCISTA

1932-1935
1936-1939

COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O REGIME FASCISTA


2 volumes, o primeiro cobre o intervalo de tempo entre 1932 e 1935, o segundo entre 1936 e 1939. Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrados. Brochados. 239,(1) e  458,(2) páginas. 20,8 x 14,6 (x 3,8) cm. Pequenas manchas no exterior. Miolo limpo. Bom estado geral. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, 1981-1982.

Preço (do conjunto): 25 euros.



ELEIÇÕES NO REGIME FASCISTA


COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O FASCISMO


1.ª edição. Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrado. Brochado. 68,(56) páginas. 20,8 x 14,6 cm. Manchas leves na margem lateral da capa. Bom exemplar. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Fascismo, 1979.

Preço: 12 euros.



DISCRIMINAÇÃO POLÍTICA NO EMPREGO NO REGIME FASCISTA


COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O REGIME FASCISTA


Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrado. Brochado. 272 páginas. 20,8 x 14,6 cm. Mancha leve junto ao pé da lombada (amarelecida) e canto adjacente da capa. Mínimo carimbo de posse a um canto do rosto. No geral, bom exemplar. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista, 1982.

Preço: 15 euros.



A POLÍTICA DE INFORMAÇÃO NO REGIME FASCISTA


COMISSÃO DO LIVRO NEGRO SOBRE O FASCISMO


2 volumes, ambos em 1.ª edição. Capa de Maria Manuela Carvalho Santos. Ilustrados. Brochados. 288 e 266,(6) páginas. 20,8 x 14,6 cm. Mancha leve no pé da lombada do primeiro volume. Bom estado geral. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros / Comissão do Livro Negro sobre o Fascismo, 1980.

Preço (do conjunto): 30 euros.


 


CALÍGULA EM ANGOLA


CUNHA LEAL


Não podem contar-se todos os pormenores de uma vida – até pela impossibilidade material de o fazer -, mas não pode ignorar-se por exemplo que, tão importante como as ideias expressas no comício anti-germânico produzido por Cunha Leal em frente do palácio do Governador Norton de Matos, em Luanda, em 1915, foi o conjunto de reacções em cadeia que acabou por incompatibilizar, de forma “patológica” (=conflitual) os dois homens, ao longo do resto das suas vidas. Ocorrido numa conjuntura adversa de pré-guerra, esse episódio juntou a burguesia de serviços luandense, num mesmo impulso, contra a alegada passividade do Governador e ajudou a criar uma animosidade contra a obra colonizadora de Norton que se prolongou pelo pós-guerra, durante o seu alto-comissariado. No entanto, se essa oposição teve alguma expressão entre os colonos, através da sua imprensa, em nenhum caso ela adquiriu a força demolidora que se encerra no Calígula em Angola, da autoria do biografado. Porventura de forma apaixonada e excessiva,- como aconteceu em tantos momentos da sua vida – Cunha Leal foi aqui o que melhor encarnou e interpretou, quiçá de forma contraditória, o sentido da História: não era a obra nortoniana mais um dos sonhos de verão daquela burguesia republicana empenhada, inconsciente e quixotescamente, na construção de um Império impossível? [Luís Manuel do Carmo Farinha, aqui]

3.º milhar. Capa com desenho de Almada Negreiros. Brochado. Ilustrado. XX, 207 páginas, as últimas 20 de formato ligeiramente maior e com a reprodução de documentos. 22,3 x 14,2 cm. Capa com marcas superficiais de bicho de papel, junto à margem inferior, que não tocam o desenho. Lombada manchada e com pequena falta de papel à cabeça. Impresso nas oficinas gráficas da Sociedade de Papelaria (Porto). Edição do autor, Lisboa, [Abril] de 1924.

Preço: 20 euros.


 


A PROVÍNCIA DE ANGOLA


NORTON DE MATOS


Tiragem especial de 50 exemplares numerados e assinados pelo autor (este o exemplar n.º 37).

Com dedicatória extensa de Norton de Matos, datada de 7 de Maio de 1927, ao Comandante [Francisco de] Aragão e Mello.

Encadernação em tela vermelha, gravada a seco e a ouro. 391,(5) páginas. 21,5 x 14 cm. Com ocasionais sublinhados a lápis de cor azul ou vermelho — potenciais marcas de leitura do dedicatário. Antiga assinatura de posse no ante-rosto, de posterior possuidor. Mantém-se, no geral, bom exemplar. Acabou de imprimir-se a 5 de Abril de 1927. Porto: Edição de Marânus, 1926.

Preço: 85 euros.


 


O IDEAL REPUBLICANO

A IGNORÂNCIA É A INIMIGA DA DEMOCRACIA

ANTÓNIO SÁ NOGUEIRA


Conferência promovida pelo Grupo de Estudos Democráticos, e presidida por Brito Camacho, realizada no Teatro da Trindade em 14 de Janeiro de 1932. Termina com «Viva a República!»

(…) apesar de se afirmar «plataforma» ou estrutura «complementar» da Aliança Republicano-Socialista (Azevedo Gomes, Mário de Castro, Norton de Matos, Tito de Morais e outros), o GED representava uma alternativa a esta organização, pelo menos como movimento suprapartidário. Criado em 1931, por Armando Marques Guedes (com António Sá Nogueira e Dias Pereira) o Grupo assinala nos seus traços constitutivos a intenção de robustecer a Democracia no interior da República, animado por «ideias liberais e socialistas» e dentro do típico programa seareiro, demopédico e assente num «iluminismo de elites», elitismo ao qual se terá a prevenção, porém, em não taxar de «anti-popular». [cit. Paulo Archer de Carvalho]

Desenho da capa assinado JS. Brochado. 47 páginas e 19 x 12,5 cm. Manchas exteriores leves. Bom estado geral. Colecção Luz. Lisboa: Emprêsa Editora Luz, 1932.

Preço: 17 euros.