REVISTA DE PORTUGAL


Dirigida por

VITORINO NEMÉSIO


Colecção completa. Nº 1 (Coimbra, Outubro 1937) ao nº 10 (Lisboa, Novembro 1940). Publicação dirigida por Vitorino Nemésio, secretariado por Alberto de Serpa, com colaborações plásticas, literárias e críticas (e alguns inéditos póstumos) de:

Afonso Duarte, António Sérgio, Júlio (Saúl Dias), José Régio, Adolfo Casais Monteiro, Miguel Torga, António de Sousa, Carlos Queiroz, João Gaspar Simões, João Falco, Mário Eloy, Ribeiro Couto, Ventura Porfírio, Almada Negreiros, António Botto, Agostinho da Silva, Alberto de Serpa, José Bacelar, Fernando Amado, Manuel Laranjeira, Sarah Affonso, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Jules Supervielle, Cecília Meireles, Aquilino Ribeiro, Diogo de Macedo, Sant’Anna Dionísio, José Marinho, Francisco Bugalho, Maria Helena Vieira da Silva, Políbio Gomes dos Santos, Mário Dionísio, Câmara Reis, Teófilo Braga, Álvaro de Campos, Manuel Bandeira, Mily Possoz, Delfim Santos, Vitorino Nemésio, António Nobre, Antero de Quental, Rachel Bastos, Manuel Anselmo, José Tagarro, Alexandre Herculano, Adalgisa Nery, Murilo Mendes, Maria Archer, João José Cochofel, José Neiva, Fernando Namora, Bernardo Marques, Baltazar Lopes, Fialho de Almeida, Ofélia Marques, Jorge de Lima, Edmundo de Bettencourt, Fernando Lopes-Graça, Raul Brandão, Paulo Quintela, Rainer Maria Rilke, João Cabral do Nascimento, Jorge Amado, José Gomes Ferreira, Olavo d’Eça Leal, Andrée Crabbé Rocha, Hein Semke, Raúl Proença, António Lopes Ribeiro, José Osório de Oliveira, Camilo Pessanha, José Rodrigues Miguéis, e outros.

«Retomando um título que fez época, e refiro-me à publicação de Eça de Queirós de finais do século passado, a Revista de Portugal estava bem estruturada, revelando um projecto indubitavelmente amadurecido (…) [tendo congregado] nas suas páginas, com um equilíbrio notável, saudosistas, poetas de Orpheu, presencistas e neo-realistas.» [v. Daniel Pires, Dic. Imp. Periód. Portug. Séc. XX, vol.1, p.316]

Ilustrada com esparsos extra-textos couché, em cada número. Em brochura. 24,5 x 16,3 cm por volume, 13 cm na estante. Paginados para (3) volumes de 672, 598 (e 292) páginas — o N.º 5 e o N.º 10 incluem apensos os cadernos de guardas, ante-rosto e rosto, assim como os respectivos índices finais de títulos por autor, para as encadernações do Volume I (números 1 a 4) e do Volume II (números 5 a 8).

Ínfimas imperfeições exteriores: canto da moldura na capa do N.º 1; vinco na margem inferior da capa do N.º 4; metade inferior da lombada e pequena mancha amarela em zona adjacente da capa do N.º 5; margem superior empoeirrada na capa do N.º 10. Uma colecção num estado de conservação invulgar, com vários cadernos por abrir.

Preço: 300 euros.


 


POESIA PORTUGUESA:
DO ORPHEU AO NEO-REALISMO


EUGÉNIO LISBOA


Exemplar com dedicatória de amizade do autor a José Palla e Carmo, datada de 1986.

2.ª edição. Brochado. 129-(7) páginas. 19 x 11,5 cm. Lombada levemente amarelecida. Bom estado geral. Colecção Biblioteca Breve n.º 55. Lisboa: Instituto de Língua e Cultura Portuguesa, 1986.

Preço: 18 euros.


 


CANCIONEIRO


CABRAL DO NASCIMENTO


Nova edição acrescentada. Com um desenho de Augusto Gomes, direcção gráfica de Armando Alves. Texto de Adolfo Casais Monteiro, de 1944, numa das badanas. 266+(22) páginas. 19,2 x 13 cm. Capa com ligeiro desgaste, miolo limpo. Colecção Coroa da Terra, volume quinto. Porto: Editorial Inova, 1976.

Exemplar autografado pelo autor com dedicatória a Armando Martins da Costa.

Preço: 30 euros.



CANCIONEIRO


CABRAL DO NASCIMENTO


Poeta e tradutor natural do Funchal (1898-1978), mereceu a atenção de Fernando Pessoa, que o considerou «digno de Orpheu». Primeira edição, que recebeu o Prémio Antero de Quental, o mesmo que anos antes não foi atribuído à Mensagem. 132 páginas. 18 x 13 cm. Capa com pequenas manchas.  Lombada com ligeiro desgaste e miolo com ocasionais picos de humidade. No geral, bom exemplar. Ex-Líbris de anterior proprietário. Lisboa: Edições Gama, 1943.

Preço: 20 euros.