CONTOS E NOVELAS


PROSADORES PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS


Contos de Afonso Ribeiro, Alves Redol, António Vitorino, Assis Esperança, Carlos de Oliveira, Fernando Namora, Ferreira de Castro e João Falcato, no 1.º volume; e de Joaquim Namorado, Manuel Campos Lima, Manuel da Fonseca, Manuel do Nascimento, Mário Dionísio, Teixeira de Sousa e Vergílio Ferreira, no 2.º volume.

Obra completa em 2 volumes, brochados, de 231,(5) e 184,(8) páginas — por abrir no 2.º volume. 19,4 x 13,5 (x 3,5) cm. Mínimas imperfeições exteriores: primeiro volume com mancha leve e pequenas falhas de papel na aresta posterior da lombada, e vinco na capa posterior; segundo volume com foxing marginal na capa frontal e generalizado na capa posterior. O miolo limpo em ambos os volumes. Bom estado geral. Colecção Prosadores Portugueses Contemporâneos. Coimbra: Edições Academia, 1946-1948.

Preço: 40 euros.


 


ERA A REVOLUÇÃO

NOVELA

JÚLIO CONRADO


Lembro esta rua, o largo, inchados de campónios em luta, que aqui tinham vindo solenemente explicar a criação do mundo. Mas deste livro incompleto, parco de estios, farto de primaveras, se arredou a gesta do campo. É um livro de modesta cidade, de pequeno-burgueses, de hesitantes, de psicopatas, de oportunistas cavilosos, de burocratas do fingimento. De mini-déspotas. Odeio déspotas. Odeio todos os déspotas. [da contracapa]

Capa: «colagem + desenho de Augusto Mota». Brochado. 106,(2) páginas. 19 x 12,5 cm. Lombada levemente amarelecida. Bom estado geral. Lisboa: Parceria A. M. Pereira, Outubro de 1977.

Exemplar assinado pelo autor com dedicatória a José Palla e Carmo, no ante-rosto, datada de 10 de Dezembro de 1977.

Preço: 22 euros.


 


O BARÃO


ANTÓNIO MADEIRA


A primeira edição da novela O BARÃO, escrita entre Cascais e a Nazaré, Março-Abril 40, publicada sob o pseudónimo António Madeira por Branquinho da Fonseca [o «inventor das ‘carrinhas da Gulbenkian’», o grande «missionário» do Serviço de Bibliotecas Itinerantes da FCG, a partir do final da década de 50].

Capa de Fred Kradolfer. Exemplar da tiragem regular. Brochado. 71+(9) páginas. 19 x 12,2 cm. Lombada amarelecida e capa com manchas leves. Colecção Novelas Inquérito n.º 46. Lisboa: Editorial Inquérito, 1942.

Preço: 20 euros.


 


PALESTINA

A SAGA DE UM POVO


TARIQ AL-KHUDAYRI


Prefácio de Mário Soares. Apresentação de Adalberto Alves. Inclui artigos de Mário Soares, Issam Beseisso, José Saramago, Vital Moreira, Joaquim Pina Moura, Fernando Rosas, Ruben de Carvalho, Nuno Pacheco, António Louçã, Óscar Mascarenhas e Manuel Alberto Valente.

Brochado. 198 páginas (23 x 16 cm) + anexo de 12 páginas (21 x 15 cm). Bom estado geral. Capa com mínimas marcas de manuseio. Lisboa: Hugin Editores, 2002.

Preço: 15 euros.



A SEMENTE NAS PALAVRAS

CONTOS


Capa de Jorge Ulisses. O prefácio, não assinado, fornece detalhes sobre as diferenças entre a primeira edição (1973) e esta 2.ª edição, modificada, pois de uma para outra houve alteração na escolha dos contos e acréscimo de quatro autores — um dos quais Saramago.

Contos de Alves Redol, Fernando Namora, José Cardoso Pires, José Gomes Ferreira, José Manuel Mendes, José Saramago, Maria Judite de Carvalho, Maria Ondina Braga, Santos Simões e Urbano Tavares Rodrigues.

Brochado. 193+(7) páginas. 18,2 x 11,5 cm. Bom exemplar. Colecção Ficção do Nosso Tempo, n.º 3. Coimbra: Centelha, 1977.

Preço: 20 euros.


Urbano_CasaCorrecção


CASA DE CORRECÇÃO


URBANO TAVARES RODRIGUES


Novelas. Segunda edição revista pelo autor. Prefácio de José Saramago. Capa de Henrique Ruivo. Brochado. 196 páginas. 19 x 12,2 cm. Lisboa: Livraria Bertrand, [1972].

Preço: 10 euros.


 


MADRID EM CHAMAS

( IMPRESSÕES VIVIDAS EM ESPANHA )

Z. VILLALBA


A visão da Guerra Civil de Espanha que convinha ao Estado Novo, donde o prefácio de Marcelo Caetano, que elogia no autor o hábito «à disciplina dos factos e das normas», e ser «profissionalmente avesso à deformação literária da realidade», isto perante «os monstros da revolução pseudo-proletária» e os «frios algozes comunistas».

Trata-se de uma «tradução livre», pelo octogenário «Dr. Eduardo de Castro e Almeida», de um «manuscrito» de «um homem de leis, eminente no fôro madrileno». Villalba, Z. será então um pseudónimo? Existe o manuscrito? Nas décadas anteriores, Castro e Almeida (n. 1865), que foi primeiro conservador da Biblioteca Nacional, tornara-se uma autoridade na catalogação de manuscritos em arquivos públicos nacionais.

Capa não assinada. Em brochura e em bom estado, salvo vinco (pouco profundo) de leitura na lombada. 161+(1) páginas. 19 x 12 cm. Sem menção de editor, mas com a referência de ter sido composto e impresso na secção de «Linotypes» d’O Jornal do Comércio e das Colónias [orgão de imprensa alinhado com a ditadura], em Lisboa, 1936.

em conjunto com:

VINGANÇA, de ALFREDO MARQUES. Novela operária. Capa não-assinada. 158+(2) páginas. 19,5 x 13,5 cm. Lisboa: Editorial Hercules, 1933. Capas e lombada cansadas e com defeitos. Pequena assinatura de posse no interior do ante-rosto. Miolo no geral limpo.

Preço (do conjunto: 25 euros.