RANCHO REGIONAL DE GULPILHARES

VIDA E OBRA


Usos e Costumes da Nossa Terra. Edição comemorativa dos 46 anos. 1936/1982. Sem autor discriminado. «Opúsculo contendo referências alusivas à vida e à obra do Grupo bem como a usos e costumes da Freguesia, já caídos em desuso ou em vias de desaparecimento.»

Ilustrado com pautas musicais, fotografias e cartazes. Brochado. 129,(3) páginas. 24 x 17 cm. Manuseado e com pequenas manchas. Com dedicatória. Mantém-se um exemplar interessante. Impresso em Vila Nova de Gaia, Julho de 1982.

Preço: 20 euros.


 


O DESTERRO DAS MANTILHAS


[ANTÓNIO JOAQUIM MESQUITA E MELO]


Anunciada a sua venda ao público nas edições d’O Correio do Porto de 19 e 20 de Dezembro de 1820 embora Inocêncio lhe atribua a data de 1821, ver I-162 e tb. VIII-186 teve por autor, sob pseudónimo, António Joaquim Mesquita e Melo, poeta natural de Avintes que à época teria cerca de 30 anos de idade. A questão das mantilhas, tema do opúsculo, é um problema coevo sobre o qual existem reflexões de Garrett e, mais tarde, também de Camilo (ver aqui).

Título completo: O DESTERRO DAS MANTILHAS : ou Exhortação em que o Poeta Gallego com rasões bem arrasoadas, mostra a necessidade de desterrar um traje, que esconde a formosura e a gentilesa das Mulheres bonitas. Porto: Na Typografia à Praça de S. Thereza, [1820].

Caderno de 8 páginas, cosido. 21,5 x 15,5 cm. Conserva, soltas, as frágeis capas de brochura originais, azuis, não impressas. Capas e miolo com variados vincos e algumas manchas.

Exemplar com assinatura de posse, no topo da primeira e na base da última página, de João Carlos Mascarenhas de Mello, n. 1860, médico-cirurgião, militar condecorado e republicano — como sub-inspector de saúde da 1.ª divisão militar, por exemplo, encontramo-lo de visita ao moderno Pavilhão Vacinogénico de Lisboa, em 1911. Mascarenhas de Melo foi, também, durante 23 anos consecutivos, presidente da assembleia geral do Sport Lisboa e Benfica, entre 1908 e 1931, e não por acaso surge homenageado na primeira página do primeiro número do boletim oficial do clube, em 1927, sendo então o sócio n.º 10.

Muito invulgar.

Preço: 65 euros.



 


LUGARES COMUNS
JOÃO LUÍS BARRETO GUIMARÃES
Porto, Café Corcel, 1994-1995. Capa de Jorge Colombo. Brochado. 71-(9) páginas. 21 x 15 cm. Mínimas marcas de uso. Ínfima rubrica de posse na páginas de guarda. No geral, um bom exemplar. Lisboa: Mariposa Azual, 2000.
Preço: 15 euros.


RÉS-DO-CHÃO
JOÃO LUÍS BARRETO GUIMARÃES
Leça da Palmeira 1995-2002. Capa com pintura de Edward Hopper. Brochado. 49-(5) páginas. 21 x 13 cm. Bom estado. Lisboa: Gótica, 2003.
Preço: 20 euros.


LUZ ÚLTIMA
JOÃO LUÍS BARRETO GUIMARÃES
Poesia
. Poemas escritos entre Outubro de 2001 e Junho de 2005, em Leça da Palmeira, Vila Nova de Gaia e Torre da Medronheira. Tiragem de 600 exemplares. Bom exemplar. Lisboa: Livros Cotovia, 2006.
Preço: 22 euros.



GENEALOGIA DA ARTE GÓTICA


FERNANDO DE PAMPLONA


Separata de MUSEU. No ante-rosto, dedicatória autógrafa do autor — «homenagem de muito apreço» a um «ilustre amigo» — datada do ano de edição. Tem 24 páginas, e 17 x 12 cm. Não ilustrado (a gravura pertence à contracapa; diâmetro 45 mm). Exemplar manuseado. Capa com picos de oxidação. Miolo limpo. Gaia: Edições Pátria, 1935.

Preço: 12 euros.