
SUNDAY ENTERTAINMENT
ANO II (1944/1945)
ANO III (1945/1946)
Colecção incompleta do jornal escolar, em língua inglesa, Sunday Entertaiment, fundado por Elviro da Rocha Gomes no Liceu (de) Camões, Lisboa. Hebdomadário de uma página só — duas nos n.ºs III-3, III-15, III-17; e quatro no n.º III-10, o único de formato dissonante —, policopiado em folhas de 34 x 23 cm, regra geral de papel encorpado, era editado pelas turmas de Inglês, coordenado pelos professores, sujeito a censura prévia e publicado à segunda-feira. Umas vezes totalmente desenhado e manuscrito, noutras incluindo um ou mais blocos de texto dactiloscrito, também a cada número, ou suplemento, o título e o cabeçalho do jornal eram reimaginados e redesenhados, com frequência por um aluno diferente.
Continha anedotas, provérbios, adivinhas e picardias, por vezes palavras cruzadas e desafios matemáticos; entrevistas, e.g. António Luiz Pranchas, 65 anos, funcionário no Liceu desde os dezoito (III-12); histórias delirantes, de criação colectiva, com os autores como personagens; recensões de cinema ou dos documentários projectados nas sessões culturais organizadas pelo jornal; poemas de autores ingleses ou dos estudantes; textos derivados de assuntos pesquisados e de fait-divers; notícias do quotidiano escolar, como festas organizadas pelas turmas, ou o surgimento de um outro jornal publicado no Liceu, o Águia (III-16); e também notícias incontornáveis do mundo extra-escolar, como o fim da Segunda Guerra Mundial, celebrada num número inteiro dedicado à paz (II-12).
Ao longo do segundo ano de publicação (1944/1945) houve um progressivo afastamento dos professores das posições de direcção e definição do S.E., aumentando as responsabilidades dos alunos perante o resultado final, o que naturalmente conduziu a um questionamento crescente da linha editorial e das opções temáticas que a publicação vinha tendo. Pois a partir do terceiro ano de publicação (1945/1946), por certo inspirado no sistema partidário britânico, surgiu ali algo de muito estranho ao Portugal de então: um “combate político”, de facto, pela direcção editorial e gráfica do Sunday Entertainment. Formaram-se três partidos — The Traditional Party — The Selective Party — The Reform Party, e marcaram-se eleições para Janeiro e Abril, supervisionadas pelo próprio Rocha Gomes (III-16,17).
Nos períodos de campanha eleitoral — com direito a palavras de ordem, debates, promessas, propaganda, caça ao voto, até mesmo queixas de subornos e de ameaças —, a direcção do jornal foi sendo entregue a cada um dos partidos, com efectivas mudanças de forma e conteúdo. Em Janeiro de 46, os Selectivists venceram as primeiras eleições, com o seu programa moderado de «evolução prudente», «manutenção» das qualidades e «transformação» dos defeitos. Já activo na campanha política, adquiriu então maior preponderância no S.E. o tesoureiro do partido vencedor, com vários textos sobre empenho, espírito de equipa e coragem no trabalho redactorial, mas também sobre futebol e outros costumes populares portugueses, assinados Fisher, Lopes Pires, F. Lopes Pires, Nuno Lopes Pires ou Nuno Fisher. (*)
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Lote composto por 31 números do jornal Sunday Entertainment, de um período de dois anos lectivos, a que se somam 4 suplementos e 2 circulares “internas” do mesmo período:
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- 15 números do ano II da publicação (1944/1945), pela 5.ª classe — números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 15, 16 — quinze dos 16 números publicados nesse ano lectivo, e duas circulares.
Falta o número 13, que terá sido publicado dois dias após o armistício de 1945 e assinalaria o fim da Segunda Guerra Mundial, tanto que o número seguinte, de 16 de Maio, é todo ele celebratório da paz. Aos números 2 e 8 está acoplada uma folha de igual formato e semelhante gramagem, e igualmente impressa apenas de um lado, com memorandos (escritos em português) alusivos à atribuição e definição de funções na equipa que produzia o jornal.
- 15 números do ano II da publicação (1944/1945), pela 5.ª classe — números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 15, 16 — quinze dos 16 números publicados nesse ano lectivo, e duas circulares.
- 16 números do ano III da publicação (1945/1946), pela 6.ª classe — números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 15, 16, 17 — dezasseis dos 17 números publicados nesse ano lectivo, e quatro suplementos-programa.
Falta o número 11 (início de Março de 1946), mas acrescem 4 suplementos (em português), com a programação e apresentação da 1.ª, 2.ª, 3.ª e 4.ª sessões culturais Sunday Entertaiment, organizadas pelo jornal a partir de Janeiro, isto é, projecção de documentários ingleses, sobre ciência, arte, tecnologia ou cultura inglesa, cedidos pelo Instituto Britânico.
Os nomes dos colaboradores (desenhos e texto), surgem maioritariamente por alcunhas, pares de apelidos ou anagramas: Nipto, Orbur, Grab, Dino, Zéfiro, Zorro, Trigo, Ávlis, Líbano, Dêcê, Ygnotus, Jocale, Barba Rôxa, Bigode Rapado, Pencudo, Ali-Babá, Aly-Kat, Miguel Strogoff, Ávis Rara, Fred-às-tiras, Tira-o-pullover, Johnny-vem-sem-mula [os 3 mais dedicados ao cinema], João Diabinho, Ruy Vasco, Santos Nogueira, Rebelo Martins, Risques Pereira, J. Estrêla Pinheiro, Alegre Branco, Matos Silveira, F. Alves da Silva (ou F.A.S.), Effray Brier, João Lencastre, Virgílio M. Correa, Oliveira Santos, F. Carreira, F. Jesus, Eurico Cruz, Cabral Araújo, Hugo Pires, J. Santana Dionísio, C. Alberto Rosa, J. Frazão Faria, Saraiva Lima, Correia Mendes, Cunha Bastos, David Ferreira, Jorge F. Pereira, Carlos Beaumont, Batista Lopes, Soares Bento, Italo Rivera, Armando de Sá, Santa-Rita, William Bay, Passos Ponte, Graça Baptista, Modesto Gonzalez, Correia Landes, Nuno Fisher Lopes Pires.
Em bom estado geral, com uma ou outra imperfeição irrelevante devido a manuseio. Alguns números com o carimbo oleográfico do Liceu.
Muito invulgar.
Preço: 175 euros.
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O mesmo Nuno Fisher Lopes Pires, cerca de 28 anos depois, foi o oficial de mais alta patente no pequeno grupo da confiança de Otelo que, a partir de um quartel na Pontinha, comandou as operações revolucionárias da madrugada do 25 de Abril («esteve na conspiração desde as primeiras horas»).
E SE TIVESSE A BONDADE DE ME DIZER PORQUÊ?
CLARA PINTO CORREIA
MÁRIO DE CARVALHO
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986 […] Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje. [aqui]
1.ª edição. Capa e desenhos de Jorge Colombo. Brochado. 247 páginas. 20 x 14 cm. Bom estado geral. Colecção Aleph. Lisboa: Edições Rolim, 1986.
Preço: 25 euros.
NOTAS DE ARQUEOLOGIA PORTUENSE — Domingos de Pinho Brandão — (1963) — com dedicatória do autor
[14Jan26]
NOTAS DE ARQUEOLOGIA PORTUENSE
NOVOS ACHADOS ARQUEOLÓGICOS NO «MORRO DA SÉ» DO PORTO
DOMINGOS DE PINHO BRANDÃO
Exemplar com dedicatória manuscrita do autor, assinada e datada de «6-VI-64». Comunicação apresentada no II Colóquio Portuense de Arqueologia, 1962.
Ilustrado com III estampas fotográficas em extra-texto couché. Brochado. 14,(2),[III] páginas. 24,2 x 18,5 cm. Bom estado. Separata «Actas do II Colóquio Portuense de Arqueologia», LVCERNA, vol. III, 1963.
Preço: 18 euros.
Esbôço Arqueológico do Concelho de CASCAIS — (1943) — AFONSO DO PAÇO — Fausto J. A. de Figueiredo
[13Jan26]
ESBÔÇO ARQUEOLÓGICO DO CONCELHO DE CASCAIS
AFONSO DO PAÇO
FAUSTO J. A. DE FIGUEIREDO
Com ampla e breve dedicatória manuscrita assinada por ambos os autores, «ao Instituto Francês», na página de guarda — uma oferta do editor, acompanhada de cartão de «cumprimentos».
Ilustrado com um mapa desdobrável (25,5 x 35 cm), Carta Arqueológica do Concelho de Cascais, com 43 locais marcados, datado de «3-V-1943».
Brochado. 27,(1),[1] páginas. 26 x 19,5 cm. Capa empoeirada e com pequenas manchas junto às margens. Miolo limpo. Separata do Boletim do Museu-Biblioteca dos Condes de Castro Guimarães. Edição da Junta de Turismo de Cascais, 1943.
Preço: 25 euros.
AFONSO DO PAÇO — Vestígios de influência germânica no Concelho de CASCAIS — (1960) — ilustrado
[08Jan26]
VESTÍGIOS DE INFLUÊNCIA GERMÂNICA NO CONCELHO DE CASCAIS
AFONSO DO PAÇO
Comunicação apresentada ao I Colóquio Bracaremse de Estudos Suévico-Bizantinos, realizado em Braga, de 7 a 9 de Junho de 1957. Caderno de 15,(1) páginas, e 23,4 x 16,2 cm, ilustrado com desenhos e uma planta. Separata da revista Bracara Augusta, vol. IX, Braga, 1960.
Preço: 14 euros.

NOSSA SENHORA DA COLA
NOTAS HISTÓRICAS, ARQUEOLÓGICAS E ETNOGRÁFICAS
DO BAIXO ALENTEJO
ABEL VIANA
Ilustrado no texto com 43 desenhos e mapas, e em XLIV extra-textos fotográficos (papel couché). Separata do Arquivo de Beja, vol. XVII, ano de 1960, subsidiada pela Junta Distrital de Beja.
Brochado. 99,(1),[44] páginas. 25 x 18,5 cm. Bom estado. Impresso na Minerva Comercial, Beja, 1961.
Preço: 35 euros.
SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DO
ACAMPAMENTO ROMANO DE ANTANHOL
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA
Trabalho elaborado pelos Institutos de Arqueologia e de Estudos Históricos, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a colaboração do Instituto Botânico da Faculdade de Ciências, no que respeita ao parecer sobre a vegetação do acampamento romano de Antanhol, e também do Instituto de Estudos Geográficos da Faculdade de Letras à qual se deve a execução de algumas ilustrações.
Separata de Biblos, vol. XXXV, 1958. Ilustrado com 10 figuras, no texto, a preto, e XVI estampas (fotografias, desenhos, fac-símiles de documentos, mapas) e 2 mapas desdobráveis, em extra-texto.
Brochado. 54,[XVI],(1),[2] páginas. 25 x 19 cm. Ocasionais manchas leves, marginais. Bom exemplar. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1958.
Preço: 27 euros.
THERMAS DOS CUCOS — Torres Vedras — (1901) — Relatório de 1897 — JUSTINO XAVIER DA SILVA FREIRE
[03Jan26]
THERMAS DOS CUCOS
(TORRES VEDRAS)
ÁGUAS E LAMAS MINERO-MEDICINAES
HYDROTHERAPIA
RELATÓRIO DE 1897
JUSTINO XAVIER DA SILVA FREIRE
Director Médico do Estabelecimento dos Cucos
Inaugurado em 1893, o complexo termal dos Cucos foi instalado na margem direita do rio Sizandro, no sopé da colina dos Macheia, com traça do engenheiro António José Freire, por encomenda do proprietário José Gonçalves Dias Neiva.
Opúsculo de 51,(1),[3] páginas, e 21,5 x 14 cm, com 3 fotografias extra-texto, a preto, impressas em papel couché: «Vista Geral do Estabelecimento», «Chalets e Avenida», e «Casino». Na 2.ª parte da do texto, «Notas do Diário Clínico de 1897», são relatados vários casos particulares de tratamentos bem sucedidos em diferentes maleitas. Capa com pequenas imperfeições. Torres Vedras: Typographia e Papelaria Cabral, 1901.
Preço: 30 euros.
QUEIROZ VELOSO — A Formação Profissional dos Professores Liceais — (1927) — Oração de Sapiência
[03Jan26]

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS
PROFESSORES LICEAIS
JOSÉ MARIA DE QUEIROZ VELOSO
Título completo: A Formação Profissional dos Professores Liceais. Simples Esboço da História do Ensino Secundário em Portugal. Oração de Sapientia, lida na sessão de abertura da Universidade de Lisboa, no dia 20 de Novembro de 1920. Na época, o autor era «Director Geral do Ensino Superior, Director da Faculdade de Letras e da Escola Normal Superior de Lisboa».
Separata dos n.ºs 6 e 7 da revista Labor. 31,[1],(1) páginas. 22,5 x 16 cm. Manchas leves nas margens superiores da guarda anterior e retrato do autor. Assinatura de posse do professor Hermínio Paveia, a atravessar a metade superior do rosto. No geral, bom exemplar. Aveiro: Typ. Progresso, 1927.
Preço: 18 euros.

RAZÕES DUMA ATITUDE
O CASO DA ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA
DA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Folheto de 32 páginas e 21 x 15 cm, assinado pela «Comissão Organizadora», alusivo a questões de ingerência política na nomeação da Direcção da Associação Académica, questão que envolveu Orlando Ribeiro. Transcreve no final quatro documentos de José Duarte de Ayála Botto, Armando M. Alves Lopes, Pedroso de Lima, e uma tomada de posição colectiva assinada por Orlando Ribeiro, Ester Trigo, Idalina Gago, Mário Tavares Chicó, José Garcia Domingues, e outros. Manuseado. Invulgar. Lisboa: Imprensa Lucas & C.ª, 1930.
Preço: 18 euros.

A ESCOLA
PROBLEMA CENTRAL DA NAÇÃO
ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA
Reedição da «brilhante palestra» de 1947, pela Comissão Pró-Associação dos Estudantes do Ensino Liceal de Lisboa, dactilografado e impresso na Livrelco — Cooperativa Livreira de Universitários, Lisboa, 1966.
Caderno de 37,(3) páginas, e 22 x 17 cm. Foxing leve no miolo, com um recorte de jornal de uma intervenção de Casal Ribeiro na Assembleia Nacional.
Inclui apensa folha A4 policopiada, impressa na frente e verso, sem data, denunciando actuações da polícia política e convocando uma RGA:
«A GREVE CONTINUA. / Os estudantes do I.C.L. têm manifestado, por uma greve que decorre há três dias, o seu repúdio pela prisão nas instalações da sua Escola, por parte da D.G.S., do Colega Saúl Noronha Costa. Repudiam também, a maneira tendenciosa como a Direcção do Instituto se serviu do monopólio da imprensa para, num comunicado conjunto com a D.G.S., mistificar a opinião pública. […]»
Preço: 28 euros.
A OBRA DE JOSÉ RÉGIO
ENSAIO CRÍTICO SEGUIDO DE UM INQUÉRITO AO AUTOR CRITICADO
ÓSCAR LOPES
Caderno de 23,(1) páginas e 26,5 x 20,5 cm. Mínima mancha ao centro da capa e pequena etiqueta dactiloscrita de antiga biblioteca pessoal a um canto do rosto. Separata da revista Lusíada, vol. III, n.º 9. Porto: Ed. «Marânus», 1956.
Preço: 15 euros.

MANEIRA DE PENSAR O URBANISMO
LE CORBUSIER
Ilustrado com desenhos e esquemas do autor. Tradução de José Borrego.
Brochado. 220 páginas. 18 x 11,5 cm. Colecção Saber, série VI (Ciências Aplicadas), n.º 27 (série especial). Capas com manchas leves. Miolo limpo. Bom exemplar, no geral. Lisboa: Publicações Europa-América, [Dezembro de] 1969.
Preço: 17 euros.
O DESPOJO DOS INSENSATOS
MÁRIO VENTURA
Com dedicatória de amizade, do autor, manuscrita e datada no ante-rosto.
1.ª edição. Romance situado no Algarve da década de 1960. Brochado. 244,(2) páginas. 18,5 x 12,5 cm. Pequenos sinais de uso exteriores. Miolo limpo. Mantém-se um bom exemplar. Lisboa: Livraria Bertrand, [1968].
Preço: 27 euros.

ERA A REVOLUÇÃO
NOVELA
JÚLIO CONRADO
Lembro esta rua, o largo, inchados de campónios em luta, que aqui tinham vindo solenemente explicar a criação do mundo. Mas deste livro incompleto, parco de estios, farto de primaveras, se arredou a gesta do campo. É um livro de modesta cidade, de pequeno-burgueses, de hesitantes, de psicopatas, de oportunistas cavilosos, de burocratas do fingimento. De mini-déspotas. Odeio déspotas. Odeio todos os déspotas. [da contracapa]
Capa: «colagem + desenho de Augusto Mota». Brochado. 106,(2) páginas. 19 x 12,5 cm. Lombada levemente amarelecida. Bom estado geral. Lisboa: Parceria A. M. Pereira, Outubro de 1977.
Exemplar assinado pelo autor com dedicatória a José Palla e Carmo, no ante-rosto, datada de 10 de Dezembro de 1977.
Preço: 27 euros.
BOM SENSO E BOM GOSTO
(QUESTÃO COIMBRÃ)
ALBERTO FERREIRA
Textos integrais da polémica. Recolha, notas e biobibliografia por Maria José Marinho.
Obra completa em 4 volumes. Primeiro volume com dedicatória extensa de amizade, do autor.
Brochados. Com cxxxvii,(i),491,(5); lxx,386,(6); xx,(ii),349,(3); 432,(4) páginas. 21 x 13,8 (x 14,5) cm. Vincos de leitura nas lombadas dos volumes I e II. Mínimos sinais de uso exteriores. Miolo limpo. Bom estado geral. Colecção Portugália, n.ºs 18, 25, 28 e 31. Lisboa: Portugália Editora, 1966-1970
Preço: 55 euros.

