OS DEZ MANDAMENTOS


Conjunto composto por:

OS DEZ MANDAMENTOS. Colecção de 210 cromos a 7 cores e envernizados. As cenas que compõem este Álbum pertencem à superprodução de Cecil B. DeMille «Os Dez Mandamentos», um filme da Paramount.
Caderneta completa, encadernada a sintético, com ambas as capas e não aparada. 64 páginas inúm., 57 pp. com cromos e 7 pp. de informação sobre o filme. 29 x 21 cm. Amadora: Editorial Ibis, [1961].

THE TEN COMMANDMENTS. 50th Anniversary Collection.
Digi-pack desdobrável com capa (19,5 x 15 x 2 cm) e 3 DVD contendo a versão de 1923, a de 1956 e vários extras para ambas as versões: comentários de Katherine Orrison e Cecil B. DeMille, documentário, trailers, newsreels da época e cenas artificialmente coloridas. Legendas em Português, hebraico, grego, croata, esloveno, inglês, checo, francês, húngaro, polaco, sérvio, holandês, búlgaro, turco, romeno, italiano, espanhol, alemão, sueco, dinamarquês, norueguês, finlandês, islandês e inglês para deficientes auditivos.

Conjunto invulgar e em bom estado.

Preço: 50 euros.


 


JAZZBAND

1900-1960

ANARQUEOLOGIA DO JAZZ (1.º VOLUME)

JORGE LIMA BARRETO


Primeiro (e único) volume publicado da tetralogia anunciada por Jorge Lima Barreto. Capa de António Palolo. Ilustrado. Brochado. 409 páginas. 21 x 13 cm. Bom exemplar. Colecção Figuras  / Música, n.º 6. Lisboa: A Regra do Jogo, 1984.

Preço: 25 euros.


 


TEORIA SEMÂNTICA DA EVOLUÇÃO


MARCELLO BARBIERI


Prefácio de René Thom. Título original: La Teoria Semantica dell’Evoluzione. Tradução de Maria Luísa Pinheiro. Preparação do original: Joel Goes. Ilustrado com alguns gráficos e tabelas.

Brochado. 187,(5) páginas. 21 x 14,5 cm. Pequena etiqueta de antiga biblioteca pessoal a um canto do rosto. Exemplar estimado. Lisboa: Editorial Fragmentos, 1987.

Preço: 14 euros.


«[L]ê-se como um romance», diz René Thom no seu prefácio. N[a] opinião de Karl Popper: «Um livro maravilhoso… a apresentação é encantadora… a teoria é revolucionária». [Barbieri] propõe uma nova interpretação da história da vida, de onde resulta que a cooperação é mais importante que a selecção. A vida não é modelada pelas leis monolíticas da selecção natural, mas por uma pluralidade de convenções naturais que são em tudo equivalentes às numerosas regras de uma linguagem. É este paralelismo entre evolução biológica e a evolução linguística que levou o autor a chamar semântica à sua teoria da evolução. [excerto da contracapa]